sábado, 26 de abril de 2014

"Viver a cada momento, com os olhos fechados e coração aberto”...

Hoje durante a tarde assisti um filme bem interessante: "Antes de Partir (The Buket List) " Você só vive uma vez, portanto, por que não viver com estilo? Essa é a conclusão a que chegam dois pacientes portadores de câncer internados em um mesmo quarto, um irritável bilionário 'Edward' e um simplório mecânico 'Carter', quando recebem as más notícias. Cada um deles monta uma lista de coisas a serem feitas até o momento derradeiro, e juntos saem mundo afora para viver a maior aventura de suas vidas. Numa das passagens do filme, Carter explica ao amigo Edward como os indianos acreditavam que poderiam entrar no paraíso: respondendo pequenas perguntas. Aquelas perguntas direcionadas ao Edward deixou-me desconcertada. Aos 27 anos e 7 meses, será que encontrei alegria em algo? Será que trouxe alegria para alguém?
Eu não sei se alegria, mas já tive vários momentos íntimos com a felicidade. Alegria, vejo como um estado passageiro. Já a felicidade não. Você acorda todos os dias, com a certeza que em algum momento do seu dia ela vai passar e vai te sorrir, mesmo que seu dia não seja assim tão bom, ela vem basta ser paciente.  E sim, a resposta para todas estas duas perguntas seria sim. Encontrei a felicidade onde menos esperava, e pasmem ela não estava escondida num diploma universitário como sempre pensei, tampouco num relacionamento amoroso, numa relação fraternal, na satisfação de tantos desejos... Minha fonte de felicidade estava dentro de mim, ao reconhecer-me como uma simples mulher limitada e dependente de outrem para ser feliz. Isso não retirou-me a condição de liberta, fez de mim uma mulher liberta de fato de todas as amarras imaginárias que secundam nossos corações. E quanto a viver. Vivo. Com a natureza, o sorriso de quem me ama e a bondade das pessoas que me cercam... Isso para mim é viver.

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