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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Erros e acertos, sempre sendo você mesmo...

Agosto chegou. Com ele algumas preocupações, já se passaram alguns meses desde o começo do ano (estamos mais perto do final do ano também), alguns sonhos não realizados deixados para o amanhã, amanhã o qual não poderá chegar.
Durante esta semana, para ser mais exata dia 30/07 estive entre a vida e a morte. Isto por que, sou muito ansiosa e acabei tendo uma crise de ansiedade levando-me a um aumento de pressão simultaneamente. Esta falta de vazão em relação a minha ansiedade nada mais seria do que o fato de estar tentando 'otimizar' o tempo, executando várias tarefas ao mesmo tempo, trabalhando até mais tarde, deixando aquela perguntinha 'será que estou feliz?' para depois... E quase não iria estar aqui para falar sobre isso,sobre o depois. Após o ocorrido, dentro de um hospital de Salvador imaginei em todos os sonhos os quais ainda não realizei. Imaginei as viagens, as pequenas bobagens, o querer estudar e formar-me na profissão que sempre sonhei mas não o fiz por não ser rentável. E no meio de tantos pensamentos veio-me o sopro vital de qualquer vida: Ainda tenho muito o que fazer nesta terra e nesta vida... Somente isso trouxe-me de novo a viver...
Este mês é um dos quais menos gosto. O unico jeito de encarar agosto de uma forma mais suave é imaginar setembro, a primavera e o recomeço da vida, pois todos nós assim como os meses devemos recomeçar nossas vidas a cada instante/segundo/minuto etc.
Uma grande lição que aprendi durante estes poucos dias de agosto seria em relação aos erros. Todos nós temos que estar preparados para fazer o melhor, sempre buscando a excelência no que faz seja o que for e mais ainda devemos estar prontos a aprender com nossos erros e tirar lições até dos nossos acertos... 
E que agosto seja bom e pelo menos não me leve... (por enquanto!)
Beijos 
ઇ‍ઉ







terça-feira, 16 de julho de 2013

Desejar Profundo - Apenas mais uma rotina...

E assim, chegamos ao meio do mês. Julho, antes de despontar ao calendário parecia-me tão infindável... 
Digo isso por que acordo junto com o sol e as 5:40 da manhã começa a minha rotina. Entre café, almoço e deslocamento entre pontos diferentes da cidade vou reparando nas pessoas que encontro pelo caminho. E entre muitos encontros, chegadas e despedidas meu fone de ouvido torna-se algo essencial. Nestas muitas caminhadas da vida, vou encontrando pessoas. Pessoas as quais, apesar de nunca ter conhecido antes, acabam por confiar alguns segredos, dores e angústias. Numa destas caminhadas conheci uma pessoa que fez-me revisar todo o meu ponto de vista sobre a imagem a qual sou associada pelas pessoas. Depois de tomar a mesma condução que ela por algumas semanas, numa noite de trânsito complicado e cansaço extremo ela confidenciou-me algumas tristezas, alegrias e enfim sua separação. Entendi que num mundo cada vez mais 'comunicativo', as pessoas trancam-se em seus mundos ou frente a seus computadores e acabam por esquecer de perguntar a quem está mais próximo como está sua vida, ou se tem alguma angústia.
Apesar dos serviços de transporte publico serem péssimos na cidade onde moro, prefiro tomar este tipo de condução para ir trabalhar. Em cada rosto, que carinhosamente encontro nas ruas, acabo por esquecer algumas angustias e preocupações. Dou-me em sorrisos e olhares reconfortantes, ou apenas em meu ouvir silenciado que apesar do silêncio pode significar um desabafo ou apenas a busca pelo lado mais racional de nossos sentimentos. Daí alguns podem se perguntar: '- por que não estudou psicologia?' E eu responderei: '-Eu tentei, mas a Psicologia desistiu de mim...' Por que?! Será tema de um post futuro...
A todos nós uma bela semana de lutas. E para mim em especial, mais histórias, mais sorrisos e menos engarrafamentos...
Um beijo carinhoso
Taci





sábado, 8 de junho de 2013

06/06/13

Depois de um dia nada fácil, engarrafamentoss, atrasos e outras coisas provenientes de trabalho impossível não pegar-se a fazer uma auto avaliação.
Ultimamente é o que mais tenho feito. Não somente em relação a minha vida, mas em relação a aspectos mais gerais. Pensava eu que o tempo ensinaria-me a ser a mulher que sonhei que seria, porém mesmo com o seu passar desationoso eu continuo a mesma, com as mesmas indagações só não o mesmo pensamento. Dai então aprendi nestes ultimos meses que idade nem sempre significa maturidade, sou a quase conselheira de algumas amigas e vê-las aos 30 anos queixando-se dos homens como adolescentes não tem sido nada fácil de entender.
Sinceramente, não que seja de ferro, é uma situação a qual não me vejo nem desejo para mim. Amor é como um pássaro, se ele vive auto exilado numa gaiola perde um pouco o sentido. Amor tem que ser livre, não ter obrigatoriedade, ser puro, inocente, bom pra quem sente e o vê. Ninguém neste mundo nasce para serem obrigados a nos amar, mas se este entrega o seu amor o aceitemos de bom grado e se possível retribuemos. Se não for possível, fica a honestidade, o carinho e a verdadeira inteção.  Para quê obrigar alguém a nos amar? (isso é impossível) para que tantas expectativas e não viver o que se tem a viver??
Que saíbamos a efemeridade dos dias, das pessoas. Convivemos com tantas dores mais superiores, porquê deveríamos achar que não viveríamos sem a presença de um certoo alguém?






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